Século XV
D. João II promulga uma Carta para os Mareantes da Ribeira, documento posterior a uma carta de privilégios a favor dos pescadores de Sesimbra, atribuída por D. João I.
D. João II promulga uma Carta para os Mareantes da Ribeira, documento posterior a uma carta de privilégios a favor dos pescadores de Sesimbra, atribuída por D. João I.
Introdução de novas artes de pesca, nomeadamente de acedares e almadravas, armações direcionadas para a captura de sardinha e atum.
Documento de D. Dinis refere a existência de um Alcaide do Mar, que teria a função de zelar pela povoação e sua comunidade marítima.
Carta de doação de D. Afonso III decreta que os moradores e vizinhos de Sesimbra que se dedicassem à pesca deveriam pagar a dízima à Ordem de Santiago. Manuscrito refere também, pela primeira vez, a captura de baleias e roazes.
Documento referente a uma avença entre o Rei e a Ordem de Santiago indica que até navios estrangeiros vinham pescar nas águas sesimbrenses.
Foral de D. Sancho I constitui a primeira referência escrita à prática da pesca na região de Sesimbra.
Após a ocupação muçulmana da Península Ibérica, o peixe de Sesimbra continua a ter uma grande importância na alimentação da comunidade.
Construção de unidade fabril de preparados piscícolas no centro da Baía de Sesimbra. Exportação de peixe para diversos pontos do Império Romano, comprovado pela descoberta de 55 % dos cepos de âncora em chumbo, até ao momento identificados na costa portuguesa.
As primeiras evidências da pesca em Sesimbra datam de há 5000 anos, como comprova a descoberta de dois pesos de rede, durante escavações arqueológicas.

